País
Incêndios. Dois aviões vão vigiar região de Leiria, Black Hawk da Força Aérea em dúvida
Vão estar de prontidão dois aviões nos dias de maior risco de incêndio, reforçando assim o ataque inicial no combate. É uma das medidas do Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais na Região de Leiria. Foi pedido que os dois Black Hawk "possam estar mais disponíveis" para a região, mas o Comandante Sub-Regional explicou à RTP Antena 1 que ainda não está fechada essa hipótese.
A partir de 1 de junho, está previsto um dispositivo permamente de 477 operacionais, 77 veículos e três aeronaves. São números antecipados pelo Comandante Sub-Regional da Proteção Civil, Carlos Guerra, no dia em que é apresentado o Dispositivo Especial de Combate aos Incêndios Rurais na Região de Leiria.
Os três meios aéreos vão estar posicionados em Figueiró dos Vinhos, em Pombal e em Porto de Mós, explica o comandante.
Por causa das tempestades do início do ano, a floresta "está completamente diferenciada" e o dispositivo deste ano foi pensado para responder "a este novo normal florestal", afirma.
O aumento da vigilância é uma das apostas do plano, passando por reforçar a capacidade de patrulhamento. Há duas patrulhas das Forças Armadas que se juntam aos militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) que já faziam anteriormente esse trabalho. Gonçalo Costa Martins - RTP Antena 1
"Conforme o risco vai gradualmente aumentando, vamos também aumentar essa capacidade de patrulhamento e de vigilância" junto das Forças Armadas, explica Carlos Guerra à RTP Antena 1.
A vigilância passa, por exemplo, por torres de vigia: três já foram ativadas na mata da Marinha Grande, no Sicó e em Alvaiázere. Seguem-se mais 14 durante o mês de junho.Dois aviões atuam antes dos incêndios
O dispositivo especial pensado para este ano já contempla dois aviões preparados para fazer um ataque inicial aos incêndios, estando já a sobrevoar o terreno "nos dias de maior risco e nas zonas de maior risco, mesmo sem haver incêndios".
O objetivo é circularem carregados com água ou caldas retardantes para atuarem nos momentos iniciais dos fogos.
"Como têm um ângulo de visão ao que temos de terra, conseguem detetar os incêndios muito rapidamente e de imediato estes dois aviões vão fazer descarga", explica. sobre o incêndio.
A juntar a estes meios, o comandante Carlos Guerra diz que foram pedidos os dois helicópetros Black Hawk, da Força Aérea, que vão estar no dispositivo nacional de combate aos incêndios.
"O que propusemos foi que estes helicópteros, que vêm reforçar o dispositivo este ano e que são operados pela Força Aérea, estejam o mais disponíveis possível dentro desta região", relata, sugerindo que estejam estacionados na base de Monte Real.
No entanto, isso ainda não está decidido: "Sabemos que existe alguma abertura da Força Aérea para que isso possa acontecer", aponta, enumerando "questões logísticas associadas à manutenção dos aparelhos" que podem impactar a decisão.
"O processo está em marcha", pedindo pelo menos que esta presença seja possível nos dias de maior risco para operarem "o mais rapidamente possível a partir de um dos centros de meios aéreos" na região de Leiria.
O aumento da vigilância é uma das apostas do plano, passando por reforçar a capacidade de patrulhamento. Há duas patrulhas das Forças Armadas que se juntam aos militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) que já faziam anteriormente esse trabalho. Gonçalo Costa Martins - RTP Antena 1
"Conforme o risco vai gradualmente aumentando, vamos também aumentar essa capacidade de patrulhamento e de vigilância" junto das Forças Armadas, explica Carlos Guerra à RTP Antena 1.
A vigilância passa, por exemplo, por torres de vigia: três já foram ativadas na mata da Marinha Grande, no Sicó e em Alvaiázere. Seguem-se mais 14 durante o mês de junho.Dois aviões atuam antes dos incêndios
O dispositivo especial pensado para este ano já contempla dois aviões preparados para fazer um ataque inicial aos incêndios, estando já a sobrevoar o terreno "nos dias de maior risco e nas zonas de maior risco, mesmo sem haver incêndios".
O objetivo é circularem carregados com água ou caldas retardantes para atuarem nos momentos iniciais dos fogos.
"Como têm um ângulo de visão ao que temos de terra, conseguem detetar os incêndios muito rapidamente e de imediato estes dois aviões vão fazer descarga", explica. sobre o incêndio.
A juntar a estes meios, o comandante Carlos Guerra diz que foram pedidos os dois helicópetros Black Hawk, da Força Aérea, que vão estar no dispositivo nacional de combate aos incêndios.
"O que propusemos foi que estes helicópteros, que vêm reforçar o dispositivo este ano e que são operados pela Força Aérea, estejam o mais disponíveis possível dentro desta região", relata, sugerindo que estejam estacionados na base de Monte Real.
No entanto, isso ainda não está decidido: "Sabemos que existe alguma abertura da Força Aérea para que isso possa acontecer", aponta, enumerando "questões logísticas associadas à manutenção dos aparelhos" que podem impactar a decisão.
"O processo está em marcha", pedindo pelo menos que esta presença seja possível nos dias de maior risco para operarem "o mais rapidamente possível a partir de um dos centros de meios aéreos" na região de Leiria.